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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Crepioca de ricota e beterraba com chutney de manga e salada crua


Almoço rápido e delicioso! A crepioca é facílima de fazer. 

2 colheres de sopa de goma para tapioca
1 colher de sopa de iogurte natural, consistência firme 
1 ovo

Bata bem e ponha em uma frigideira antiaderente quente, apenas besuntada de azeite. Baixe o fogo e vá deslizando o líquido devagar, num movimento circular, para cozinhar. Quando achar que está cozida, mesmo que fique um pouquinho mole no centro, ponha o recheio e cubra-o com os lados da crepioca. Aguarde alguns segundo e desligue o fogo.

Para o recheio, eu usei: 
1 beterraba pequena ralada em um ralo fino
A mesma quantidade de ricota solta com o garfo
Folhas de salsa e de alecrim frescos picadinhas
1 pitada de sal de ervas e 
1 pitada de noz moscada em pó
*A quantidade dá para duas crepiocas.

Salada crua a gosto. Utilizei: alface crespa, salsa, repolho roxo, cenoura e rabanete.

Por fim, um toque que fez toda a diferença: 2 colheres de sopa de chutney de manga e dedo-de-moça, da "Maça com TomilhoInstagram

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

domingo, 16 de outubro de 2016

Crepioca com doce de carambola


Café da manhã de domingo: Crepioca recheada com muçarela e doce de carambola com castanha do Pará.

A primeira geleia a gente nunca esquece!


Como já divulguei aqui no blog, criei a "Maçã com tomilho" e tem sido uma ótima experiência. Estou descobrindo coisas e sabores novos, além de, a meu ver, cozinhar ser realmente uma boa terapia. 
Já vinha inventando novidades, mas depois de começar a vender os produtos, fiquei mais atenta ao processo de conservação e decidi fazer um curso a respeito. Foi um curso rápido, no Senai, mas muito valioso para mim. Preocupações com pesos e temperaturas passaram a fazer parte de meu cotidiano, além da atenção à higienização dos instrumentos e equipamentos adequados. Adeus, colher-de-pau!!! Então, esta foto marca uma espécie de renovação e avanço no trabalho, pois foi a primeira geleia (maçã e pera com gengibre) que, além do sabor e a da inspiração, contou com técnica. Posso afirmar que a primeira geleia a gente nunca esquece. Também, constatei que precisamos mais do que duas mãos na cozinha. São necessários vários tentáculos para controlar tudo. E, a gente gosta!!!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Relatório do Ministério da Saúde aponta uso excessivo de agrotóxicos no Brasil

Documento mostra que comercialização de venenos aumentou de forma desproporcional à área plantada, o que sugere intensificação do uso e, consequentemente, risco maior de contaminação

O Ministério da Saúde lançou este mês um relatório que confirma o uso ostensivo de agrotóxicos no Brasil e aponta um aumento desproporcional da comercialização em comparação com a área plantada. Entre 2007 e 2013, as vendas aumentaram 90,5% no país, enquanto a área plantada aumentou apenas 19,5%. 
 
O dado sugere que houve uma intensificação na aplicação de agrotóxicos na produção e, com isso, um risco maior de exposição da população a partir do trabalho no campo e da contaminação do meio ambiente, da água e dos alimentos. 
 
O relatório apresenta dados sobre a evolução dos casos de intoxicação por agrotóxicos no país e aponta que, no período de 2007 a 2014, São Paulo foi o estado com o maior número de casos notificados (12.562), seguido por Paraná (10.967 casos), Minas Gerais (10.625 casos) e Pernambuco (5.734 casos). O Ministério da Saúde admite, porém, que há subnotificação expressiva das intoxicações por agrotóxicos, contribuindo para invisibilidade da magnitude do problema no país.
 
O relatório também aponta que o glifosato é o agrotóxico mais utilizado no país. No ano passado, esse princípio ativo foi classificado como provavelmente cancerígeno para humanos pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC, na sigla em inglês), órgão vinculado à Organização Mundial da Saúde.
 
A nutricionista e pesquisadora do Idec Mariana Garcia aponta que é fundamental avançar no monitoramento do uso de agrotóxicos e na transparência dos resultados para os consumidores, já que, infelizmente, a maioria dos brasileiros consome-os diariamente. 
 
“O relatório do Ministério da Saúde dá um passo nessa direção. Entretanto, ainda há um longo caminho a percorrer, principalmente em relação ao monitoramento de resíduos de agrotóxicos nos alimentos e na água e os impactos para a saúde dos consumidores.”, afirma.