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quarta-feira, 26 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Sopa de beterraba com bolinhas de ricota
Acabo de preparar uma sopa diferente, meio por acaso. Na verdade, eu tinha uma sopa de beterraba congelada. Retirei o potinho e percebi que tinha sido cozida com carne. Não me lembro o porquê, mas por isso ficou amarronzada. O sabor delicioso!
Inicialmente, quando pensei na sopa de beterraba, fiquei procurando um toque diferente... Então, decidi fazer umas bolinhas de ricota com ervas e preparei-as para serem inseridas quando a sopa começasse a ferver.
A sopa, não me lembro como foi feita... e não anotei a receita. As bolinhas de ricota foram bem simples, mas não me perguntem sobre as quantidades. Foi no olho.
- ricota fresca
- salsa e cebolinha frescas picadas
- alecrim e tomilho secos
- sal, pimenta do reino e noz moscada em pó a gosto
- 1 gema
- um pouquinho de farinha de trigo (só para dar liga)
Para acompanhar, uma fatia de pão australiano. Seu sabor adocicado caiu super bem. Tudo de bom!
Meus sachês de chá anti-dor muscular
Sabe aquele chá para amenizar as dores musculares? Veja no post do dia 13/03/14. Pois é, fiz a mistura dos ingredientes numa quantidade maior e preparei os sachês, assim já estão prontos para a hora do chá.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Fora milho transgênico
Transgênicos
14 Mar 2014
14 Mar 2014
Milho transgênico da Bayer não pode mais ser comercializado
A justiça anulou a decisão de liberação da CTNBio, por falta de estudo que comprovasse a ausência de risco para a saúde dos consumidores no norte e nordeste do País.
Essa vitória é resultado de uma ação civil pública proposta em 2007 pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), a Terra de Direitos e a Associação Nacional de Pequenos Agricultores e a AS-PTA, que questiona a legalidade da liberação comercial do Liberty Link.
Ontem (13/3), o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) decidiu, por unanimidade, anular a decisão da CTNBio (Comissão Nacional Técnica de Segurança) que liberou a comercialização do milho transgênico Liberty Link, da multinacional Bayer. A decisão se deu sob o fundamento de ausência de estudos de avaliação dos riscos advindos do transgênico.
O TRF acolheu o recurso proposto pelas instituições autoras da ação civil pública (Idec, Terra de Direitos e a Associação Nacional de Pequenos Agricultores e a AS-PTA), quando a Bayer tentava conseguir a liberação do transgênico, mesmo no norte e nordeste, onde não havia liberação do uso, por falta de estudo que comprovasse que não haveria riscos para a saúde.
“A decisão do TRF é muito importante para a biodiversidade e para os consumidores das regiões norte e nordeste do País. Além disso, a decisão fortalece a batalha do Idec, do MPF (Ministério Público Federal) e de outras organizações pela transparência dos processos de liberação de transgênicos realizados pela CNTBio nos últimos anos”, comemora a advogada do Idec, Mariana Alves Tornero.
A importância dessa decisão para a organização Terra de Direitos é que a decisão cria novos paradigmas jurídicos na matéria e também poderá servir para que se reavaliem todas as demais liberações comerciais de transgênicos no Brasil, já que em nenhum caso as empresas fizeram avaliações de riscos em todos os biomas do território nacional.
Confira mais informações, publicadas originalmente pela Terra de Direitos.
Fonte: Idec
quinta-feira, 13 de março de 2014
Chá alivia dores musculares e dá energia a atletas
medicina das especiarias
27/02/09 - 22h30 - Atualizado em 02/03/09 - 13h35
Chá alivia dores musculares e dá energia a atletas
27/02/09 - 22h30 - Atualizado em 02/03/09 - 13h35
Chá alivia dores musculares e dá energia a atletas
Bebida mistura erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais.
Beatriz CastroNatal (RN)
Eles resistem aos piores esforços. Provas que duram de dez horas a seis dias. São os atletas de alta performance. Saudáveis? Sim, mas com um alto desgaste para o corpo. O esforço extremo libera no corpo os radicais livres, que aceleram o envelhecimento.
“Eu já tenho 48 anos de idade. Fazendo corrida de aventura, um esporte muito desgastante, não posso me dar ao luxo de envelhecer mais ainda”, diz o dentista Vescio Barreto.
Normalmente eles usam antiinflamatórios e suplementos para evitar dores e lesões. Seria possível substituir esses medicamentos por algo mais natural? Foi justamente um grupo de atletas que exige o máximo do metabolismo que pôde testar os efeitos de um chá de especiarias em Natal, no Rio Grande do Norte.
Durante 60 dias, um grupo de dez atletas tomou o chá. Outros dez não tomaram e serviram de controle para a eficácia da pesquisa. Mas muitos deles ficaram desconfiados.
“Eu não acreditava nisso. Tive que ver para crer”, conta o administrador Karim Barreto.
A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas o chazinho não é muito diferente daqueles caseiros: erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais. Essas especiarias foram escolhidas por combaterem o envelhecimento. São ótimos antioxidantes.
“A canela é uma das especiarias mais utilizadas no mundo inteiro. Ela tem alto poder conservante. Inclusive, na época das múmias do Egito, era usada como conservante”, lembra a cientista em alimentos Ana Vládia Moreira.
Mas os pesquisadores pensaram também no gosto quando fizeram a escolha. Queriam algo que pudesse virar uma rotina.
“Quando propomos algo importante para a saúde, para não ser algo que simplesmente tomamos sem prazer, temos que pensar também no lado sensorial. E essa mistura é bastante agradável ao paladar das pessoas”, assegura Ana Vládia Moreira.
E também é um chá simples, fácil de fazer.
“O ponto ideal [da água] é quando começa a levantar bolhinhas. Você apaga e está no ponto de colocar na xícara. Com a água pronta, colocamos o sache”, ensina Ana Vládia Moreira.
A dose diária é de uma colher de chá em uma xícara de água. Ou seja, não adianta tomar um bule de chá. O necessário mesmo é uma xícara.
A pesquisa mostrou que a maioria dos atletas teve uma redução do MDA, substância que causa lesões musculares e dores. O chá ajudou a diminuir a sensação de desgaste físico depois dos exercícios.
"Eu senti que durante os treinos longos e as corridas não tinha tanta necessidade de fazer uso de antiinflamatórios", conta a zootecnista Inês Greca.
"As dores musculares que sempre vêm depois diminuíram bastante depois desse tratamento", afirma Karim Barreto.
E se foi bom para quem se desgasta tanto, Ana Vládia Moreira diz que a mistura pode ter bons efeitos no dia-a-dia de qualquer pessoa.
“Por ter papel antioxidante e antiinflamatório, ele acaba sendo universal. Onde processos inflamatórios estão presentes, como uma simples dor de cabeça ou mesmo uma cólica, ele pode vir a ter efeitos atenuantes, principalmente preventivos se a pessoa tiver o hábito de beber”, explica a cientista de alimentos.
A nutricionista Jussele Lourenço acredita que o resultado da pesquisa pode combater um grande problema entre atletas amadores: a automedicação. Eles poderiam trocar os remédios pelo chá, que pode ser consumido como qualquer outro alimento. “Um alimento que reduza o estresse oxidativo. Muitas vezes eles vão diminuir essa inflamação com automedicação”, diz.
Para quem passa a vida por matas, estradas e rios, o resultado foi animador.
“Não há um alimento por si só capaz de reverter uma doença. Há um conjunto de fatores. Cabeça boa, corpo em movimento e uma pitadinha de sabor não fazem mal a ninguém”, finaliza Ana Vládia Moreira.
Bebida mistura erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais.
Beatriz CastroNatal (RN)
Eles resistem aos piores esforços. Provas que duram de dez horas a seis dias. São os atletas de alta performance. Saudáveis? Sim, mas com um alto desgaste para o corpo. O esforço extremo libera no corpo os radicais livres, que aceleram o envelhecimento.
“Eu já tenho 48 anos de idade. Fazendo corrida de aventura, um esporte muito desgastante, não posso me dar ao luxo de envelhecer mais ainda”, diz o dentista Vescio Barreto.
Normalmente eles usam antiinflamatórios e suplementos para evitar dores e lesões. Seria possível substituir esses medicamentos por algo mais natural? Foi justamente um grupo de atletas que exige o máximo do metabolismo que pôde testar os efeitos de um chá de especiarias em Natal, no Rio Grande do Norte.
Durante 60 dias, um grupo de dez atletas tomou o chá. Outros dez não tomaram e serviram de controle para a eficácia da pesquisa. Mas muitos deles ficaram desconfiados.
“Eu não acreditava nisso. Tive que ver para crer”, conta o administrador Karim Barreto.
A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas o chazinho não é muito diferente daqueles caseiros: erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais. Essas especiarias foram escolhidas por combaterem o envelhecimento. São ótimos antioxidantes.
“A canela é uma das especiarias mais utilizadas no mundo inteiro. Ela tem alto poder conservante. Inclusive, na época das múmias do Egito, era usada como conservante”, lembra a cientista em alimentos Ana Vládia Moreira.
Mas os pesquisadores pensaram também no gosto quando fizeram a escolha. Queriam algo que pudesse virar uma rotina.
“Quando propomos algo importante para a saúde, para não ser algo que simplesmente tomamos sem prazer, temos que pensar também no lado sensorial. E essa mistura é bastante agradável ao paladar das pessoas”, assegura Ana Vládia Moreira.
E também é um chá simples, fácil de fazer.
“O ponto ideal [da água] é quando começa a levantar bolhinhas. Você apaga e está no ponto de colocar na xícara. Com a água pronta, colocamos o sache”, ensina Ana Vládia Moreira.
A dose diária é de uma colher de chá em uma xícara de água. Ou seja, não adianta tomar um bule de chá. O necessário mesmo é uma xícara.
A pesquisa mostrou que a maioria dos atletas teve uma redução do MDA, substância que causa lesões musculares e dores. O chá ajudou a diminuir a sensação de desgaste físico depois dos exercícios.
"Eu senti que durante os treinos longos e as corridas não tinha tanta necessidade de fazer uso de antiinflamatórios", conta a zootecnista Inês Greca.
"As dores musculares que sempre vêm depois diminuíram bastante depois desse tratamento", afirma Karim Barreto.
E se foi bom para quem se desgasta tanto, Ana Vládia Moreira diz que a mistura pode ter bons efeitos no dia-a-dia de qualquer pessoa.
“Por ter papel antioxidante e antiinflamatório, ele acaba sendo universal. Onde processos inflamatórios estão presentes, como uma simples dor de cabeça ou mesmo uma cólica, ele pode vir a ter efeitos atenuantes, principalmente preventivos se a pessoa tiver o hábito de beber”, explica a cientista de alimentos.
A nutricionista Jussele Lourenço acredita que o resultado da pesquisa pode combater um grande problema entre atletas amadores: a automedicação. Eles poderiam trocar os remédios pelo chá, que pode ser consumido como qualquer outro alimento. “Um alimento que reduza o estresse oxidativo. Muitas vezes eles vão diminuir essa inflamação com automedicação”, diz.
Para quem passa a vida por matas, estradas e rios, o resultado foi animador.
“Não há um alimento por si só capaz de reverter uma doença. Há um conjunto de fatores. Cabeça boa, corpo em movimento e uma pitadinha de sabor não fazem mal a ninguém”, finaliza Ana Vládia Moreira.
Normalmente eles usam antiinflamatórios e suplementos para evitar dores e lesões. Seria possível substituir esses medicamentos por algo mais natural? Foi justamente um grupo de atletas que exige o máximo do metabolismo que pôde testar os efeitos de um chá de especiarias em Natal, no Rio Grande do Norte.
Durante 60 dias, um grupo de dez atletas tomou o chá. Outros dez não tomaram e serviram de controle para a eficácia da pesquisa. Mas muitos deles ficaram desconfiados.
“Eu não acreditava nisso. Tive que ver para crer”, conta o administrador Karim Barreto.
A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), mas o chazinho não é muito diferente daqueles caseiros: erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais. Essas especiarias foram escolhidas por combaterem o envelhecimento. São ótimos antioxidantes.
“A canela é uma das especiarias mais utilizadas no mundo inteiro. Ela tem alto poder conservante. Inclusive, na época das múmias do Egito, era usada como conservante”, lembra a cientista em alimentos Ana Vládia Moreira.
Mas os pesquisadores pensaram também no gosto quando fizeram a escolha. Queriam algo que pudesse virar uma rotina.
“Quando propomos algo importante para a saúde, para não ser algo que simplesmente tomamos sem prazer, temos que pensar também no lado sensorial. E essa mistura é bastante agradável ao paladar das pessoas”, assegura Ana Vládia Moreira.
E também é um chá simples, fácil de fazer.
“O ponto ideal [da água] é quando começa a levantar bolhinhas. Você apaga e está no ponto de colocar na xícara. Com a água pronta, colocamos o sache”, ensina Ana Vládia Moreira.
A dose diária é de uma colher de chá em uma xícara de água. Ou seja, não adianta tomar um bule de chá. O necessário mesmo é uma xícara.
A pesquisa mostrou que a maioria dos atletas teve uma redução do MDA, substância que causa lesões musculares e dores. O chá ajudou a diminuir a sensação de desgaste físico depois dos exercícios.
"Eu senti que durante os treinos longos e as corridas não tinha tanta necessidade de fazer uso de antiinflamatórios", conta a zootecnista Inês Greca.
"As dores musculares que sempre vêm depois diminuíram bastante depois desse tratamento", afirma Karim Barreto.
E se foi bom para quem se desgasta tanto, Ana Vládia Moreira diz que a mistura pode ter bons efeitos no dia-a-dia de qualquer pessoa.
“Por ter papel antioxidante e antiinflamatório, ele acaba sendo universal. Onde processos inflamatórios estão presentes, como uma simples dor de cabeça ou mesmo uma cólica, ele pode vir a ter efeitos atenuantes, principalmente preventivos se a pessoa tiver o hábito de beber”, explica a cientista de alimentos.
A nutricionista Jussele Lourenço acredita que o resultado da pesquisa pode combater um grande problema entre atletas amadores: a automedicação. Eles poderiam trocar os remédios pelo chá, que pode ser consumido como qualquer outro alimento. “Um alimento que reduza o estresse oxidativo. Muitas vezes eles vão diminuir essa inflamação com automedicação”, diz.
Para quem passa a vida por matas, estradas e rios, o resultado foi animador.
“Não há um alimento por si só capaz de reverter uma doença. Há um conjunto de fatores. Cabeça boa, corpo em movimento e uma pitadinha de sabor não fazem mal a ninguém”, finaliza Ana Vládia Moreira.
Fonte: Globo Reporter - "Medicina das especiarias", 27/02/2009 - Beatriz Castro - Natal (RN)
Comecei a malhar e estou tomando o chá. Adorei!!!
Comecei a malhar e estou tomando o chá. Adorei!!!
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